Guilherme Arantes e o futuro da música brasileira

Arantes segue em seu texto pedindo para que as pessoas parem com o “clima de que ‘não acontece nada’ [e] ‘o Brasil é um lixo'” e cita a “geração muito

desfavorecida por um lado cruel da profusão inexpressiva, diluidora” do mercado que “segue bravamente, aos trancos e barrancos”.

Ele classifica como uma “geração muito contraditória e interessante”, além de justificadamente um pouco melancólica, e garante que “mesmo de longe” adora acompanhá-la.

Por fim, ainda lembra seus fãs de que “a vida corre por fora do ‘hype culturette’ e o sonho resiste nas cabeças e corações que insistem em sonhar com as surpresas de suas estéticas peculiares”.